Chegando aos 30…

E não é que todo mundo chega aos trinta anos? Até eu! o/
Não sei se você é como eu, mas eu nunca tinha me visto com essa idade. Um misto de “medo de envelhecer” com a “síndrome do Peter Pan”? Pois é, quem sabe…

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Sempre vi esse lance de idade como algo necessário só para o RG… Até porque sempre aparentei ser mais nova do que consta no documento. Quando cheguei aos 20, senti que era um dia como qualquer outro e poucas reflexões eu fiz. Só que chegar aos 30 me fez pensar sobre sobre muita coisa! Sim, sou uma pessoa que penso demais… Penso sobre meus sonhos, aspirações, vontades e desejos. Tudo que fiz até agora e até o que deixei de fazer ou o que fiz e não gostei. Enfim! Dizem que aniversários são um momento para comemorar, mas eu nunca fui fã de festas e comemorações. Ainda mais neste ano…

Crise dos 30? Juro que não sei dizer se isso é uma crise ou não. De acordo com o dicionário, crise significa acesso, ataque ou fase grave. E não me vejo em uma fase grave, pelo contrário: reflexões nos levam ao crescimento. E espero que chegar aos 30 seja apenas a porta de entrada para novos aprendizados, muitos sorrisos e coisas boas. É só o que eu quero! E se for para envelhecer, que eu possa aprender a lidar com isso e ficar uma velha bem batuta e que usa all-star. :P

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Meus desejos para os 30!

Parece título de post filosófico, né?
Mas amanhã completo 30 anos e já preparei um post pensativo a respeito, então vou fazer diferente: quero presente. Me inspirei na ideia da Carô e montei uma listinha de desejos. Elas se baseiam em roupas para academia, coisas que quero torná-las em um marco e aquilo que vai ser sempre útil. Fácil e previsível, né?

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1. Começo pelo mais óbvio: roupas para academia são sempre bem-vindas! Ainda mais se forem tops, tá? A saia é da decathlon e o top é da lupo .

2. Viajo para o Chile na semana que vem e minha jaqueta de frio está toda surrada e aparece em todas as fotos desde 2010, então achei essa da decathlon (sim, eu amo essa loja!) que vale por 3! Praticidade é meu sobrenome! rs

3. Queria encontrar algo que se tornasse um símbolo para meus 30 anos. Que eu pudesse sempre olhar e lembrar de tudo o que vivi, sabe? Poesias à parte, esses berloques da Vivara podem cumprir bem essa tarefa. Na verdade o primeiro, né? Porque o segundo eu achei uma graça mesmo! :P

4. Estou em uma vibe de menos é mais e isso implica em bolsas menores… Achei essa da Kipling que eu adorei!

5. Adoro os tênis da Skechers e quando vi que eles tem esses sapatos, pensei que eles serão muito úteis nos meus projetos de 2016. Sem maiores detalhes por enquanto… ;)

E tá chegando minha gente!! :)

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3 livros que nos marcaram: Mente de Campeão

Hoje finalizamos nossa série de posts sobre os 3 livros que marcaram a nossa vida e trago um diferente: uma autobiografia. E envolve tênis, claro. ;)

O tema “Wimbledon é chato” deu origem a outra história: “Sampras é chato – e uma ameaça para o jogo com o seu domínio”. Fui acusado de jogar um tênis brilhante que conquistava mentes, mas não corações.” – Pete Sampras, Mente de Campeão

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Sempre gostei de biografias e autobiografias. Esse amor nasceu lendo a biografia de Jung e ele cresceu mais quando comecei a ler as de tenistas, como a do Pete Sampras. Este livro me marcou porque ele me fez ver as pessoas (começando pelo Sampras) de outra forma. Porque confesso que o tênis dele nunca me tinha me envolvido nas quadras. Mas depois de ler o livro, precisei resgatar algumas partidas dele para ver quanto amor esse cara tem pelo esporte. Do jeito dele, é claro!

A sinopse do livro nos conta que “os leitores conhecerão a intimidade de um atleta de ponta que marcou para sempre a história do tênis. Um prodígio, desde seus primeiros dias como tenista, Sampras decidiu que nunca deixaria nada desviá-lo da dedicação e do amor pelo esporte. Tal postura foi determinante para as suas grandes realizações nas quadras, porém o sucesso não veio por acaso e teve o seu preço. Pela primeira vez, Sampras conta abertamente aos leitores os desafios pessoais que enfrentou para se tornar uma lenda das quadras, como a morte de seu técnico e todo o esforço empreendido na trajetória para chegar ao topo do ranking mundial. Esta é uma obra-prima que mostra como pensa e age um campeão, e certamente muito inspirará os leitores”.

Outra coisa que este livro me marcou e me ensinou foi que conseguimos alcançar a excelência. Precisamos abdicar de algumas coisas, mas mantendo o foco e a disciplina chegamos onde queremos e da forma como gostaríamos de chegar, sabe? Esse livro foi muito pra mim em um momento crucial da minha vida… Tinha voltado da Espanha e tinha um grande desafio profissional nas mãos. Ele floreceu nas mãos de outra pessoa, mas fui eu quem planou e viu germinar cada semente. :)

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3 livros que nos marcaram: Amor, Liberdade e Solitude

Seguimos com os posts literários, afinal falaremos sobre os 3 livros que marcaram a nossa vida, certo? Agora é a minha vez! E é de forma bem óbvia que meu livro é do Osho. :)

Nunca considere uma pessoa como um meio. Considere todos como um fim em si mesmo, e você não se apegará, não ficará amarrado. Você ama, mas o seu amor dá liberdade. E, quando você dá liberdade ao outro, você é livre. Somente em liberdade sua alma se desenvolve. Você se sentira muito, muito feliz. – Osho, Amor, Liberdade e Solitude.

Ganhei este livro da minha prima, em um dos amigos secretos natalinos da família. Na verdade eu que pedi o livro, sabe? Não lembro quando o li, mas como encontrei um marcador de livro do sebo que tinha perto da MTV, faz tempo! rs E confesso que levei 3 anos para lê-lo… Não pensem que demorei tudo isso por ser um livro chato. Muito pelo o contrário! O livro marcou a minha vida. Mesmo e de verdade. Tanto é que o livro está todo riscado… Obviamente, a frase do começo do post está devidamente sinalizada no livro! ;)

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A sinopse do livro nos conta que “o modelo da família tradicional está ruindo, os filhos mal entram na adolescência e já conhecem o sexo, enquanto metade dos casamentos acaba em divórcio. Neste livro, Osho explica por que esses fenômenos estão acontecendo e como pode, na verdade, ser vistos como motivo de celebração e não de preocupação. Num mundo pós-ideológico, em que todas as antigas moralidades estão claramente ultrapassadas, Osho oferece uma reflexão no sentido de redefinir e revitalizar as próprias bases da nossa vida, a chance de restabelecer o contato individual, de recomeçar relacionamentos com outras pessoas e redefinir o que sejam satisfação e sucesso para o indivíduo e e para sociedade como um todo”.

Bem, parece mais um livro de auto-ajuda por aí, né? Mas, para mim a cada frase lida pude me aprimorar como pessoa. Queria ver o amor, os relacionamentos e a solitude com outros olhos. Afinal, chegar a conclusão de que solitude é algo bom, não foi algo fácil! E entender o que de fato o amor é algo maravilhoso e o apego não leva a nada foi fundamental para ser o que sou hoje. Porque no fundo nascemos sozinhos e iremos morrer sozinhos. Duro ou não, é uma realidade que na época eu custava a entender. E o livro foi um instrumento de evolução pessoal! :)

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3 livros que nos marcaram: O Ensaio Sobre a Cegueira

Hoje comemoramos o Dia do Livro! E inspirado no desafio do Rotaroots deste mês vamos comemorar este dia falando sobre 3 livros que nos marcaram. Mudamos um pouco o contexto, para ficar mais legal a coisa! Serão 3 livros, de 3 pessoas diferentes em 3 dias. Gostou? Vem conhecer o livro que me marcou então! :)

Por que foi que cegámos, Não sei, talvez um dia se chegue a conhecer a razão, Queres que te diga o que penso, Diz, Penso que não cegámos, penso que estamos cegos, Cegos que veem, Cegos que, vendo, não veem. – Jose Saramago, O Ensaio Sobre a Cegueira.

Li “O Ensaio Sobre a Cegueira”, de José Saramago, em 2001 ou 2002. Ele estava na lista de leitura para os alunos do Ensino Médio, porque seria abordado no vestibular de algumas instituições. Ou seja: fui obrigada a ler. Geralmente, acabamos criando aversão por aquilo que fazemos por obrigação, né? Mas, dessa vez, não foi o caso. Daqui, nasceu amor. <3

Resumindo a história: um belo dia, um homem fica cego. Não é uma cegueira comum, que deixa o mundo inteiro negro; é uma cegueira branca. E contagiosa. Em pouco tempo, quase todos da cidade estarão cegos. Com o avanço dessa epidemia, os doentes são colocados em quarentena, isolados do mundo exterior. Com isso, cria-se uma nova sociedade no confinamento, com suas próprias regras. Apenas uma mulher permanece sã para observar o caos que irá se formar ao seu redor. Dá pra imaginar que, com (quase) todo mundo cego, não demora muito para que a barbárie se instale. E é isso o que deixa o livro tão envolvente.

Saramago nos transporta para um mundo quase pré-histórico, onde os valores em que hoje acreditamos desaparecem rapidamente e dão lugar ao individualismo excessivo que acompanha a luta pela sobrevivência. Ele nos lembra que o mundo que conhecemos é frágil, muito frágil, e que nossa natureza é selvagem. Mas também que, apesar de tudo, um mundo no qual as aparências não importam mais, há espaço para que sentimentos nobres possam surgir. Tudo isso em um estilo único de escrita que, desde o primeiro parágrafo, me fisgou. Tanto que, nos anos que se seguiram, já li boa parte dos livros do autor, cada um deles me marcando de uma maneira diferente. E, confesso… No dia em que ele morreu, chorei e pensei “e agora, o que eu vou ler?”. :(

Quem se interessou pela história, pode assistir ao filme também. Claro que não é a mesma coisa do que ler o livro, afinal nunca é. Mas, o roteiro é bem fiel ao original e emocionou o próprio Saramago. Encerro com este vídeo, que mostra o próprio Saramago vendo o filme!


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