Uma foto por aí: Luxemburgo

Esta foto foi tirada em um dos meus passeios de bicicleta por Luxemburgo. Quem me conhece sabe bem qual é a principal lembrança desta viagem, mas hoje quis fazer diferente: procurei olhar as fotos e para resgatar o quão divertida (perdida e sem noção) foi esse passeio.

Lembro-me bem deste dia: o menino da foto é latino e a mãe trabalhava na loja de lembrancinhas no centro de Luxemburgo. E como coleciono cartões postais, fui até lá ver o preço e comprar alguns para mim. Ao entrar na loja, percebi que estava vazia e ouvi o menino enchendo a paciência da mãe dizendo que já tinha feito o dever de casa e que queria jogar bola na praça. A mãe me vendo, imediatamente grita com o filho: “tá bom! agora vai jogar bola na bendita praça!”. O garoto ficou todo feliz, a mãe morrendo de vergonha e eu ri dizendo pra ela que a persistência é uma arte que poucos tem. E claro que tinha que registrar o menininho com a sua bola na bendita praça! :)

lux-kidVai Messi! :P

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Chegando aos 30…

E não é que todo mundo chega aos trinta anos? Até eu! o/
Não sei se você é como eu, mas eu nunca tinha me visto com essa idade. Um misto de “medo de envelhecer” com a “síndrome do Peter Pan”? Pois é, quem sabe…

joey_30

Sempre vi esse lance de idade como algo necessário só para o RG… Até porque sempre aparentei ser mais nova do que consta no documento. Quando cheguei aos 20, senti que era um dia como qualquer outro e poucas reflexões eu fiz. Só que chegar aos 30 me fez pensar sobre sobre muita coisa! Sim, sou uma pessoa que penso demais… Penso sobre meus sonhos, aspirações, vontades e desejos. Tudo que fiz até agora e até o que deixei de fazer ou o que fiz e não gostei. Enfim! Dizem que aniversários são um momento para comemorar, mas eu nunca fui fã de festas e comemorações. Ainda mais neste ano…

Crise dos 30? Juro que não sei dizer se isso é uma crise ou não. De acordo com o dicionário, crise significa acesso, ataque ou fase grave. E não me vejo em uma fase grave, pelo contrário: reflexões nos levam ao crescimento. E espero que chegar aos 30 seja apenas a porta de entrada para novos aprendizados, muitos sorrisos e coisas boas. É só o que eu quero! E se for para envelhecer, que eu possa aprender a lidar com isso e ficar uma velha bem batuta e que usa all-star. :P

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Meus desejos para os 30!

Parece título de post filosófico, né?
Mas amanhã completo 30 anos e já preparei um post pensativo a respeito, então vou fazer diferente: quero presente. Me inspirei na ideia da Carô e montei uma listinha de desejos. Elas se baseiam em roupas para academia, coisas que quero torná-las em um marco e aquilo que vai ser sempre útil. Fácil e previsível, né?

wish30

1. Começo pelo mais óbvio: roupas para academia são sempre bem-vindas! Ainda mais se forem tops, tá? A saia é da decathlon e o top é da lupo .

2. Viajo para o Chile na semana que vem e minha jaqueta de frio está toda surrada e aparece em todas as fotos desde 2010, então achei essa da decathlon (sim, eu amo essa loja!) que vale por 3! Praticidade é meu sobrenome! rs

3. Queria encontrar algo que se tornasse um símbolo para meus 30 anos. Que eu pudesse sempre olhar e lembrar de tudo o que vivi, sabe? Poesias à parte, esses berloques da Vivara podem cumprir bem essa tarefa. Na verdade o primeiro, né? Porque o segundo eu achei uma graça mesmo! :P

4. Estou em uma vibe de menos é mais e isso implica em bolsas menores… Achei essa da Kipling que eu adorei!

5. Adoro os tênis da Skechers e quando vi que eles tem esses sapatos, pensei que eles serão muito úteis nos meus projetos de 2016. Sem maiores detalhes por enquanto… ;)

E tá chegando minha gente!! :)

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3 livros que nos marcaram: Mente de Campeão

Hoje finalizamos nossa série de posts sobre os 3 livros que marcaram a nossa vida e trago um diferente: uma autobiografia. E envolve tênis, claro. ;)

O tema “Wimbledon é chato” deu origem a outra história: “Sampras é chato – e uma ameaça para o jogo com o seu domínio”. Fui acusado de jogar um tênis brilhante que conquistava mentes, mas não corações.” – Pete Sampras, Mente de Campeão

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Sempre gostei de biografias e autobiografias. Esse amor nasceu lendo a biografia de Jung e ele cresceu mais quando comecei a ler as de tenistas, como a do Pete Sampras. Este livro me marcou porque ele me fez ver as pessoas (começando pelo Sampras) de outra forma. Porque confesso que o tênis dele nunca me tinha me envolvido nas quadras. Mas depois de ler o livro, precisei resgatar algumas partidas dele para ver quanto amor esse cara tem pelo esporte. Do jeito dele, é claro!

A sinopse do livro nos conta que “os leitores conhecerão a intimidade de um atleta de ponta que marcou para sempre a história do tênis. Um prodígio, desde seus primeiros dias como tenista, Sampras decidiu que nunca deixaria nada desviá-lo da dedicação e do amor pelo esporte. Tal postura foi determinante para as suas grandes realizações nas quadras, porém o sucesso não veio por acaso e teve o seu preço. Pela primeira vez, Sampras conta abertamente aos leitores os desafios pessoais que enfrentou para se tornar uma lenda das quadras, como a morte de seu técnico e todo o esforço empreendido na trajetória para chegar ao topo do ranking mundial. Esta é uma obra-prima que mostra como pensa e age um campeão, e certamente muito inspirará os leitores”.

Outra coisa que este livro me marcou e me ensinou foi que conseguimos alcançar a excelência. Precisamos abdicar de algumas coisas, mas mantendo o foco e a disciplina chegamos onde queremos e da forma como gostaríamos de chegar, sabe? Esse livro foi muito pra mim em um momento crucial da minha vida… Tinha voltado da Espanha e tinha um grande desafio profissional nas mãos. Ele floreceu nas mãos de outra pessoa, mas fui eu quem planou e viu germinar cada semente. :)

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3 livros que nos marcaram: Amor, Liberdade e Solitude

Seguimos com os posts literários, afinal falaremos sobre os 3 livros que marcaram a nossa vida, certo? Agora é a minha vez! E é de forma bem óbvia que meu livro é do Osho. :)

Nunca considere uma pessoa como um meio. Considere todos como um fim em si mesmo, e você não se apegará, não ficará amarrado. Você ama, mas o seu amor dá liberdade. E, quando você dá liberdade ao outro, você é livre. Somente em liberdade sua alma se desenvolve. Você se sentira muito, muito feliz. – Osho, Amor, Liberdade e Solitude.

Ganhei este livro da minha prima, em um dos amigos secretos natalinos da família. Na verdade eu que pedi o livro, sabe? Não lembro quando o li, mas como encontrei um marcador de livro do sebo que tinha perto da MTV, faz tempo! rs E confesso que levei 3 anos para lê-lo… Não pensem que demorei tudo isso por ser um livro chato. Muito pelo o contrário! O livro marcou a minha vida. Mesmo e de verdade. Tanto é que o livro está todo riscado… Obviamente, a frase do começo do post está devidamente sinalizada no livro! ;)

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A sinopse do livro nos conta que “o modelo da família tradicional está ruindo, os filhos mal entram na adolescência e já conhecem o sexo, enquanto metade dos casamentos acaba em divórcio. Neste livro, Osho explica por que esses fenômenos estão acontecendo e como pode, na verdade, ser vistos como motivo de celebração e não de preocupação. Num mundo pós-ideológico, em que todas as antigas moralidades estão claramente ultrapassadas, Osho oferece uma reflexão no sentido de redefinir e revitalizar as próprias bases da nossa vida, a chance de restabelecer o contato individual, de recomeçar relacionamentos com outras pessoas e redefinir o que sejam satisfação e sucesso para o indivíduo e e para sociedade como um todo”.

Bem, parece mais um livro de auto-ajuda por aí, né? Mas, para mim a cada frase lida pude me aprimorar como pessoa. Queria ver o amor, os relacionamentos e a solitude com outros olhos. Afinal, chegar a conclusão de que solitude é algo bom, não foi algo fácil! E entender o que de fato o amor é algo maravilhoso e o apego não leva a nada foi fundamental para ser o que sou hoje. Porque no fundo nascemos sozinhos e iremos morrer sozinhos. Duro ou não, é uma realidade que na época eu custava a entender. E o livro foi um instrumento de evolução pessoal! :)

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